A influenciadora virtual brasileira mais famosa é a Lu do Magalu, criada pela Magazine Luiza em 2003. Outros casos de marca no Brasil são o CB das Casas Bahia, a Nat da Natura e a Sam da Samsung. Entre celebridades, há a Satiko, avatar da Sabrina Sato, e, feita com IA generativa, a Marisa Maiô, que viralizou em 2025. Lá fora, os nomes mais citados são Lil Miquela, Aitana López, Imma, Noonoouri e Shudu.
Abaixo, cada caso tem quem criou, desde quando existe, um número público com a data e o que funcionou ou deu errado. Nenhum número foi copiado do contador do perfil, que muda todo dia: todos vêm de imprensa, relatório da empresa ou ranking, com a data ao lado. As fontes foram conferidas em 29/10/2026.
Quais são as influenciadoras virtuais brasileiras mais famosas?
| Personagem | Quem criou | Desde | Número público (data) |
|---|---|---|---|
| Lu do Magalu | Magazine Luiza | 2003 | 33 mi+ seguidores somando as redes (Magalu, ago/2026); 7,1 mi+ no Instagram (HypeAuditor, nov/2024) |
| CB | Casas Bahia | 2020, como versão nova do Baianinho | 3,8 mi+ no Instagram (HypeAuditor, nov/2024) |
| Nat | Natura | 2016; rosto e nome em 2018 | Não encontramos número público |
| Sam | Samsung, com o estúdio carioca Lightfarm | Viralizou em 2021; influenciadora desde 2023 | Sem perfil próprio: aparece no perfil da Samsung Brasil |
| Satiko | Sabrina Sato, com a Biobots | 2021 | 35 mil seguidores (ago/2022) |
| Pink | Bianca Andrade (Boca Rosa), com a Biobots | 2022 | 95 mil+ seguidores (ago/2022) |
| Marisa Maiô | Raony Phillips, artista independente | 2025 | 3,5 mi de visualizações no 2º vídeo (jun/2025) |
| Any Malu | Combo Estúdio | 2015 | 707 mil no Instagram (HypeAuditor, nov/2024) |
As fontes estão em cada caso abaixo, conferidas em 29/10/2026.
Lu do Magalu: como a maior do Brasil foi construída?
- Quem criou e desde quando: a própria Magazine Luiza, em 2003, como a voz da vendedora do e-commerce. Em 2009, apareceu pela primeira vez no canal do Magalu no YouTube (Mercado&Consumo, 18/04/2023).
- Números: 1 milhão de seguidores no TikTok em 3 meses, em novembro de 2020 (Mercado&Consumo, 06/11/2020). Mais de 7,1 milhões no Instagram em novembro de 2024 (Meio & Mensagem, 12/11/2024). Mais de 33 milhões somando as redes, segundo o release de resultados do 2º trimestre de 2026, que a chama de "influenciadora virtual nº 1 do mundo" (Magalu, ago/2026).
- O que funcionou: Leão de Ouro em Cannes, na categoria Social & Influencer, em 2022 (Mercado&Consumo, 24/06/2022). Linha de cosméticos com a Bruna Tavares, em 2023. E o WhatsApp da Lu, canal de vendas com IA que passou de 18 milhões de conversas, segundo o release de 2026.
- O que deu errado: em 2018, a Lu reclamou em público das "cantadas pesadas" que recebia nos comentários (Uai, 31/08/2018). E, depois de três edições seguidas na liderança do ranking do HypeAuditor no Instagram, foi superada em 2024 pelo personagem Nobody Sausage (Meio & Mensagem, 12/11/2024). O "nº 1 do mundo" do release é afirmação do Magalu, somando todas as redes.
CB das Casas Bahia: por que a marca trouxe o Baianinho de volta?
- Quem criou e desde quando: em outubro de 2020, a Casas Bahia remodelou o mascote Baianinho e o relançou "como um adolescente chamado CB", apresentado como influenciador digital (Meio & Mensagem, 16/10/2020).
- Números: mais de 3,8 milhões de seguidores no Instagram e 3º lugar no ranking do HypeAuditor em 2024 (Meio & Mensagem, 12/11/2024).
- O que mudou: em maio de 2026, a marca anunciou a volta do Baianinho (Propmark, 17/05/2026), "como ele era antes da remodelação" (Meio & Mensagem, 29/06/2026). Milhões de seguidores não impediram a marca de resgatar o personagem antigo.
Nat da Natura: como uma assistente virou porta-voz?
- Quem criou e desde quando: a Natura tem a assistente virtual desde 2016. Em 2018, ela ganhou rosto e o nome Nat, num projeto que envolveu marketing, atendimento, TI e relacionamento com as consultoras (Meio & Mensagem, 13/11/2018).
- O que funcionou: em 2022, a Nat fazia cerca de 60% do atendimento às consultoras, o dobro da meta inicial de 30%, e era a porta-voz da marca no Twitter (Convergência Digital, 06/06/2022).
- Números: não encontramos número público de seguidores da Nat.
Sam da Samsung: o que acontece quando a personagem viraliza sozinha?
- Quem criou e desde quando: o estúdio carioca Lightfarm, para a Samsung (Marketech APAC, 04/06/2021). Em 2021, a personagem viralizou no mundo todo, e a Samsung explicou que ela era uma treinadora virtual pra equipe de vendas, não uma assistente de voz (Asiae, 02/06/2021).
- O que funcionou: em 2023, a Sam virou influenciadora digital, mas só no Brasil (Voicebot, 13/03/2023), e estreou no Lollapalooza Brasil, com looks publicados no perfil da Samsung Brasil (ABC da Comunicação, 25/03/2023).
Satiko e Pink: avatar de celebridade dá certo?
- Satiko: avatar da Sabrina Sato, lançado em novembro de 2021 pela Biobots, depois de três meses de desenvolvimento (Forbes Brasil, 22/11/2021). Em agosto de 2022, tinha 35 mil seguidores e contratos com Renner, Coca-Cola, Boticário, Veloe e Eudora (Meio & Mensagem, 09/08/2022).
- Pink: avatar da Bianca Andrade, a Boca Rosa, lançado em julho de 2022 pela mesma Biobots (Forbes Brasil, 25/07/2022). Tinha mais de 95 mil seguidores em agosto de 2022 (Meio & Mensagem, 09/08/2022).
- Quanto custava: em 2022, a Forbes apurou que um avatar desse tipo custava de R$ 50 mil a R$ 150 mil pra criar, e o CEO da Biobots estimava até R$ 70 mil por mês pra manter (Forbes Brasil, 28/07/2022).
Marisa Maiô: como uma apresentadora de IA virou garota-propaganda em quatro dias?
- Quem criou e desde quando: o artista Raony Phillips, que publicou o primeiro vídeo em 3 de junho de 2025 (Showmetech, 18/06/2025), com o Veo, modelo de vídeo do Google. As matérias citam o Veo 2 nos primeiros vídeos e o Veo 3 nos seguintes (Exame, 07/06/2025). Os vídeos saíam no Instagram do próprio criador (Canaltech, 09/06/2025).
- Números: o vídeo de estreia passou de 1,5 milhão de visualizações, e o segundo, de 3,5 milhões (IstoÉ Dinheiro, 09/06/2025).
- O que funcionou: em 7 de junho de 2025, quatro dias depois da estreia, o Magalu publicou uma publi de Dia dos Namorados com a personagem (Exame, 07/06/2025). No dia 11, foi a vez da OLX (Meio & Mensagem, 12/06/2025).
- O que deu errado: a personagem foi copiada por terceiros em vídeos novos, o que levantou dúvidas sobre direito autoral (The Conversation, republicado pelo Outras Palavras, 11/06/2025). E o debate sobre aviso veio junto: Ricardo Cavallini, especialista em IA da Singularity Brasil, disse ao Meio & Mensagem que, mesmo sem lei específica, "o ideal é que o uso de IA seja claramente sinalizado".
Any Malu: uma youtuber animada conta como influenciadora virtual?
Conta, mas não é IA: é animação. A Any Malu, do Combo Estúdio, entrou no YouTube em agosto de 2015 e, em 2020, tinha 3 milhões de inscritos e ganhou um programa no Cartoon Network da América Latina (Cartoon Brew, 07/07/2020). Em 2024, era a 5ª do ranking do HypeAuditor, com 707 mil seguidores no Instagram (Meio & Mensagem, 12/11/2024).
Quais são as influenciadoras virtuais mais famosas do mundo?
| Personagem | Quem criou | Desde | Número público (data) |
|---|---|---|---|
| Lil Miquela | Brud (Trevor McFedries e Sara DeCou), hoje da Dapper Labs | 2016 | Quase 2,5 mi no Instagram (CreatorDB, set/2025) |
| Aitana López | Agência The Clueless (Rubén Cruz), Barcelona | 2023 | 343 mil+ no Instagram (Euronews, dez/2024) |
| Imma | Aww Inc., Tóquio | 2018 | 250 mil+ no Instagram (Bloomberg, set/2020) |
| Noonoouri | Joerg Zuber e a agência Opium Effect | 2017 | 200 mil+ no Instagram (Deutschland.de, jan/2019) |
| Shudu | Cameron-James Wilson (The Diigitals) | 2017 | 174 mil (Vice, mai/2019) |
| Rozy | Sidus Studio X, Coreia do Sul | 2020 | 130 mil+ no Instagram (CNN, jul/2022) |
Imma, Noonoouri, Shudu e Rozy aparecem com números antigos porque não achamos dado mais recente em fonte aberta até 29/10/2026.
Lil Miquela: por que a pioneira virou exemplo do que evitar?
A conta foi criada em 2016, e o perfil só admitiu que ela não era humana em abril de 2018, quando já tinha mais de 1 milhão de seguidores (BuzzFeed News, 27/04/2018). No mesmo ano, entrou na lista de mais influentes da internet da TIME (TIME, 28/06/2018). Em 2021, a Dapper Labs comprou a Brud, sem divulgar o valor (TechCrunch, 04/10/2021).
Os tropeços vieram em 2019. A Calvin Klein pediu desculpas por uma campanha em que a Miquela beijava a Bella Hadid, acusada de queerbaiting, ou seja, de usar a representação LGBTQIA+ como isca de audiência (SBS, 22/05/2019). Meses depois, um vlog em que a personagem dizia ter sofrido assédio sexual foi criticado por usar trauma real como roteiro (Paper, 14/12/2019). Em setembro de 2025, ela tinha quase 2,5 milhões de seguidores no Instagram e perdia, em média, quase 15 mil por mês (Digiday, 11/09/2025).
Aitana López: quanto fatura uma modelo de IA?
A agência The Clueless, de Barcelona, criou a Aitana depois de ver projetos parados ou cancelados por problemas fora do controle dela. O fundador, Rubén Cruz, disse que a ideia era não depender de "outras pessoas que têm ego". Os criadores dizem que ela chega a faturar 10 mil euros por mês, mas a Euronews aponta média perto de 3 mil euros, com pouco mais de mil euros por anúncio. Em dezembro de 2024, tinha mais de 343 mil seguidores (Euronews, atualizado em 27/12/2024).
O ponto fraco é o aviso. Em 2023, o perfil indicava que ela era IA só no fim da bio, com #AIModel, e muitos seguidores não sabiam (Genbeta, 07/11/2023).
Imma, Noonoouri e Shudu: o que funcionou na moda?
- Imma: criada em 2018 pela Aww Inc., de Tóquio, que captou US$ 1 milhão em 2020. Fez campanhas da Porsche e da IKEA (Bloomberg, 03/09/2020). De 28 a 30 de agosto de 2020, "morou" na vitrine da IKEA de Harajuku (MoguLive, 25/08/2020).
- Noonoouri: lançada no fim de 2017 por Joerg Zuber e a agência Opium Effect, trabalhou com Marc Jacobs, Dior e Versace (Deutschland.de, 14/01/2019). Em 2023, assinou com a Warner Music e lançou o single "Dominoes", com voz feita a partir da gravação de um cantor humano (designboom, 07/09/2023).
- Shudu: criada em 2017 por Cameron-James Wilson. Teve post repostado pela Fenty Beauty (Refinery29, 01/03/2018) e campanha da Balmain (Dazed, 30/08/2018). A crítica: um homem branco britânico lucrando com a imagem de uma modelo negra, sem pagar uma modelo negra (Vice, 22/05/2019).
Rozy, FN Meka e Mia Zelu: o que mostram os extremos?
- Rozy: a influenciadora virtual coreana da Sidus Studio X faturou cerca de 1 bilhão de wons (US$ 855 mil) em 2021, até agosto, e recebeu mais de 100 ofertas de anúncio, segundo a própria Sidus (Korea JoongAng Daily, 14/08/2021).
- FN Meka: o rapper virtual, com mais de 10 milhões de seguidores no TikTok, assinou com a Capitol Records em agosto de 2022 (NME, 17/08/2022). Dias depois, a gravadora rompeu o contrato e pediu desculpas à comunidade negra pela insensibilidade do projeto (CNN, via ABC17, 24/08/2022).
- Mia Zelu: perfil de IA que "foi" a Wimbledon em 2025 sem nunca ter ido. Tinha mais de 160 mil seguidores, e o aviso de IA ficava escondido atrás do botão "ler mais" (Tennis.com, 16/07/2025).
O que deu certo nesses casos?
- Função antes da fama. A Lu nasceu como voz do e-commerce, a Nat como assistente e a Sam como treinadora de vendas. Viraram influenciadoras depois, apoiadas num trabalho que já existia.
- Tempo de casa. A audiência da Lu foi construída em mais de duas décadas, e a Lil Miquela levou cerca de dois anos pra passar de 1 milhão de seguidores.
- Chegar cedo na rede nova. A Lu entrou no TikTok em 2020 e fez 1 milhão de seguidores orgânicos em 3 meses.
- Produto e parceria reais. Cosméticos com a Bruna Tavares, campanhas da IKEA e da Porsche, contratos da Satiko com cinco marcas.
- Velocidade. A Marisa Maiô fechou publi com o Magalu quatro dias depois da estreia, enquanto o assunto ainda estava quente.
O que deu errado nesses casos?
- História inventada em cima de dor real. O vlog de assédio da Lil Miquela, em 2019.
- Estereótipo. FN Meka e as críticas à Shudu.
- Aviso de IA escondido. Mia Zelu, atrás do "ler mais", e Aitana, no fim da bio.
- Assédio nos comentários. A Lu em 2018 e a BIA, assistente do Bradesco, que recebeu 95 mil mensagens de assédio só em 2020. O banco mudou as respostas dela e levou a regra ao atendimento humano (Mobile Time, 24/08/2021).
- Desgaste com as marcas. Num estudo da Federação Mundial de Anunciantes de abril de 2025, 96% das marcas sem planos de trabalhar com influenciadores virtuais citam a confiança do consumidor como motivo (Digiday, 11/09/2025).
- Cópia. A Marisa Maiô foi imitada por terceiros semanas depois de surgir.
O que aprender antes de criar a sua influencer IA?
- Comece pela função e pelo nicho. Quem ela é, pra quem fala e por que alguém seguiria. O rosto vem depois.
- Mantenha o mesmo rosto. Os casos que duraram têm uma identidade estável. Influencer que muda de cara a cada post não vira referência.
- Avise desde o primeiro post. Rótulo de IA na rede, aviso na bio e #publi em post pago. As regras de cada rede estão no guia influencer IA precisa avisar que é IA?.
- Não invente experiência. Personagem de IA não testou o produto. O guia do CONAR de 2026 diz que depoimentos de experiência pessoal devem ser genuínos.
- Personalidade com limite. Fuja de estereótipo e de trauma inventado. Foi o que derrubou FN Meka e a Lil Miquela.
- Prepare a moderação. Influenciadora virtual feminina recebe assédio, como mostram a Lu e a BIA. Decida antes como ela responde.
- Trate renda como hipótese. Os números públicos, como os da Aitana e da Rozy, foram informados pelos próprios donos e são exceção. Audiência leva tempo, e ninguém consegue garantir quanto ela vai render.
Como a Avatrix ajuda a começar a sua?
A Avatrix é uma plataforma brasileira de criação de influencer IA, em português e com preço em real. Ela cuida da parte que exigia estúdio de 3D nos casos acima: o rosto, as fotos e os vídeos com a mesma personagem.
- Rosto: no Criar Influencer, você passa por 11 etapas de atributos e gera a Imagem de Referência por 10 créditos. No criador de personagem, recebe por 8 créditos uma folha com o rosto de perto e o corpo em três vistas.
- Mesmo rosto em toda foto: você reanexa sempre a mesma Imagem de Referência e troca só a cena.
- Vídeo: no Vídeo UGC, com o Veo 3.1, ou no Transferir Movimento, que coloca a personagem num vídeo que já existe.
- Preço: planos Creator por R$ 67, Pro por R$ 127 e Ultimate por R$ 197 por mês, ou um pack de R$ 47 no Pix, sem assinatura. O crédito de pack avulso não expira (planos).
Pra comparar: em 2022, um avatar 3D de celebridade custava de R$ 50 mil a R$ 150 mil pra criar, segundo a Forbes. Não é o mesmo produto, porque aquele era um 3D feito sob medida por um estúdio. Mas a barreira de entrada pra testar uma personagem caiu, e o que separa os casos que deram certo continua sendo função, constância e transparência.
O passo a passo completo está no guia de como criar influencer IA sem aparecer, e o criador de personagem está explicado no guia do novo criador de influencer IA. Se você quer uma persona completa pra marca ou pra perfil próprio, veja a página da influencer IA da Avatrix.
Perguntas frequentes
A Lu do Magalu. Ela foi criada pela Magazine Luiza em 2003 como a voz do e-commerce e, segundo a empresa, soma mais de 33 milhões de seguidores nas redes (agosto de 2026). Liderou o ranking de influenciadores virtuais do HypeAuditor no Instagram por três edições seguidas e ficou em segundo lugar em 2024, atrás do Nobody Sausage.
Não exatamente. Influenciadora virtual é qualquer personagem digital com perfil próprio, feito em 3D, animação ou IA. Influencer IA é a feita com inteligência artificial generativa, como a Marisa Maiô, criada com o Veo, do Google. A Lu do Magalu e o CB das Casas Bahia são personagens 3D de marca.
Não existe número confiável de mercado. O valor mais citado é o da espanhola Aitana López: até 10 mil euros por mês, segundo os próprios criadores, com média perto de 3 mil euros, segundo a Euronews. É um caso raro, com números informados pelos donos, e não serve de previsão pra quem está começando.
A Lil Miquela foi criada em 2016 pela Brud, startup de Trevor McFedries e Sara DeCou. Em 2021, a Brud foi comprada pela Dapper Labs, que não divulgou o valor.
Na maioria das redes, sim, quando o conteúdo tem aparência real. Instagram, TikTok e YouTube exigem rótulo de IA, e o Instagram pede o rótulo de perfil gerado por IA desde 31 de agosto de 2026. Post pago também precisa de #publi, segundo o CONAR.
Dá. A Marisa Maiô foi criada por um artista independente, Raony Phillips, com o modelo de vídeo Veo, do Google. Ferramentas como a Avatrix geram o rosto, as fotos e os vídeos com a mesma personagem, sem modelagem 3D. Audiência e renda são outra história e dependem de nicho, constância e tempo.



